Vinda de uma das famílias residentes em Maruhan desda criação da cidade-éden pela divindade ancestral Sin, Merida é filha do engenheiro Sebastian e da costureira Mary Lemoine, que além de seu ofício normal, são peças fundamentais na preparação anual do Festival da Palavra Verdadeira. Merida é apaixonada pelo ofício do pai, e sempre fez questão de acompanhá-lo em suas obras de engenharia. Um segredo que eles compartilham é que, na oficina da família, ambos trabalham escondidos na restauração de um artefato do mundo antigo achado pelo pai, uma espécie de veículo movido a motor IGI (Ignição Auro Cinética), tecnologia proibida pelos religiosos.
Merida está sempre com as roupas amarotadas e com manchas de graxa, carregando sua bolça cheia de ferramentas e com o caderno escolar com mais desenhos de projetos do que lições das aulas.
Trabalhar com seu pai lhe proporcionou todo tipo de conhecimento mecânico, seja sobre pequenos ou enormes equipamentos, sabendo utilizar as ferramentas de precisão ou grandes chaves e marretas.
Desde pequena trabalha construindo guindastes e posicionando roldanas para o festival, além de consertar e desenvolvedo pequenos mecânismos para o dia a dia dos moradores da ilha.
Seu sonho é poder sair de Maruhan e encontrar um local onde possa pesquisar e trabalhar livremente com os artefatos do mundo antigo, como os Colossos de Ferro do Deseto de Surv ou com as armas de atilharia da Cordilheira de Kaltária, pois divide a crença de seu pai que a tecnologia poderia beneficiar muito a humanidade.