Primogenito do Capitão Gerard, dono do maior barco mercante do arquipélago de Marusen, sua família é uma das residentes em Maruhan desda criação da cidade-éden pela divindade ancestral Sin, e a maior comerciante de produtos estrangeiros da ilha. Sua mãe, a Mercadora Hanna, é dona do Píer Belamountein, onde administra a entrada e saídas de barcos e embarque, e desembarque, de mercadorias trazidas por seu marido ou outros pequenos comerciantes. Sempre passando suas férias viajando com seu pai pelo mar, Fergus cresceu juntando tranqueiras do mundo antigo que encontrava nas feiras das cidades costeiras para criar engenhocas com elas. Seu sonho é entender como o mundo antigo utilizava a tecnologia, coisa que é um tabu, pois as atuais religiões pregam que o apocalipse ocorreu por causa dela.
Fergus utiliza as roupas simples de quem trabalha nas docas ou em barco como mercador, mas pouco sabe do trabalho dos pais, se interessando mais nos produtos trazidos do continente, possuindo uma capacidade incrível de equipa-los em sí mesmo para experimentar seu uso.
Ele ama os artefatos antigos e proibidos, porém, são os produtos que mais trazem lucro para seus pais, sendo assim, os únicos itens que conseguiu pegar para sí foram partes de antigas armaduras.
A única técnica que aprendeu com sua família foi o uso do arpão, um conhecimento vital para quem passa a maior parte da vida em barcos e regiões litorâneas. Favorecido por um físico grande e musculoso, ele gosta de brincar de luta com os amigos, sabendo exatamente como usar o próprio tamanho como arma para vencer um combate.
No final, uma coisa indiscutivel é que Fergus tem um dom para mexer com os artefatos antigos, seu pai e sua mãe já ganharam grandes somas de dinheiro com suas experimentações e consertos dessar peças.