A mãe de May é uma estrangeira que chegou à cidade há um ano, acompanhada de sua irmã, Emma. Como o pai da garota havia falecido na guerra, as três viveram de forma nômade e sem oportunidades até chegarem a Maruhan, em busca da bênção de Achermar. Comovida pela história e sabendo o peso de ser uma forasteira, Franch arranjou-lhes uma pequena casa na vila leste e um emprego na Mercearia da Vila para a mãe de May. No entanto, May sente-se excluída e discriminada devido à origem humilde de sua família em comparação aos colegas de escola, o que a leva a se meter em encrencas e cometer pequenos furtos. Em sua transgressão mais recente, foi pega pelos guardas roubando o paiol da casa dos recrutas. Como um ultimato antes de ser declarada uma criminosa, ela foi obrigada a participar do iminente exame de recrutamento.
As únicas lembranças que guarda de seu pai são um cinto com facas de arremesso e um kit de chaves-mesre disfarçado de joia. O conjunto veio acompanhado de um manual, escrito pelo próprio pai, ensinando as artes da furtividade, arrombamento e manipulação de facas. Ela carrega esses itens para onde quer que vá, mas sua mãe nunca lhe revelou o motivo de o pai ter deixado uma herança tão incomum.
Treinar as técnicas deixadas pelas instruções do pai é a única coisa que a deixa feliz, e em suas brincadeiras com suas ferramentas, ela desenvolveu involuntariamente técnicas de espionagem conhecidas somente pela elite do reinado.
Seu treinamento com as facas a deixou habilidosa e realmente ameaçadora, o que afasta tentativas de amizada com frequencia. Ela se tornou capaz de fazer sus facas sumirem de sua mão e aparecerem no pescoço de adversários como se fosse um truque de mágica.